BogotáAs Farc inforamram que 1.612 colombianos morreram em combates, entre os quais 252 efetivos de sua própria organização, desde o rompimento do processo de paz, no dia 20 de fevereiro passado, com o governo do presidente Andrés Pastrana, num comunicado publicado em sua página da Internet. ‘‘A dois meses da irresponsável ruptura dos diálogos de paz por parte do governo do presidente Andrés Pastrana, informamos que 1.612 compatriotas perderam a vida’’, informa o comunicado. Em sua mensagem os rebeldes afirmam que mataram 1.360 ‘‘inimigos’’ das Farc e não fazem distinção entre membros do Exército colombiano e os paramilitares Autodefesas Unidas da Colômbia (AUC).
As forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) afirmam também em seu comunicado que derrubaram 2 helicópteros militares e destruiram dois caminhões do Exército.
No comunicado, as Farc ‘‘ratificam a inquebrantável vontade de paz e que continuam no exercício dos legítimos direitos à rebelião, à autodeterminação dos povos e à defesa. A violência que nosso povo sofre é produto e responsabilidade das políticas impostas pela classe dominante ao acatar os apelos do império norte-americano’’.
O governo do presidente Andrés Pastrana rompeu os diálogos de paz com a guerrilha esquerdista das Farc no dia 20 de fevereiro passado, depois que os rebeldes sequestraram um avião comercial e fizeram refém um parlamengar que estava no aparelho.
SuspeitaO Exército colombiano acusou as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) de usar armas químicas depois que vários soldados em operação apresentaram sintomas de asfixia sem causa aparente.

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