Ex-presidente evita comentar caso
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não quis comentar o caso. Por meio de nota, O Instituto Lula disse que "não comenta vazamentos ilegais que servem apenas para fomentar noticiário sensacionalista". Também por meio de nota, a Odebrecht disse "que mantém relações institucionais transparentes com chefes de Estado brasileiros, de forma condizente com a importância do cargo em benefício de interesses nacionais e das empresas brasileiras, prática que também é exercida por presidentes e ex-presidentes de outras nações (...) quando promovem empresas dos seus respectivos países na busca por uma maior participação no comércio global".
"A Odebrecht repudia que se repita o expediente de vazamento de mensagens descontextualizadas e destaca que as mensagens citadas expressam fatos absolutamente normais", continua o texto.
O ex-governador André Puccinelli disse que não tratou, no evento, "de qualquer assunto de interesse da Odebrecht. Convidado, acompanhei o presidente Lula nas solenidades que tinham relação com a Rota Bioceânica".
A Braskem, em nota, disse que "sempre manifestou de forma pública seu interesse de crescer nas Américas e ao longo do tempo avaliou e segue avaliando diversas oportunidades de investimento na região. (...) Projetos de investimento relevante, ainda que realizados pela iniciativa privada, são tratados frequentemente entre os presidentes dos países em suas relações bilaterais. Essa não é uma característica exclusiva do Brasil", finaliza o texto. (R.B., F.M. e J.A.)





