Ex-presidente da Sercomtel consegue prisão domiciliar
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sexta-feira, 04 de maio de 2001
Telma ElorzaDe Londrina 
O ex-presidente da Sercomtel, Rubens Pavan, foi beneficiado com prisão domiciliar por questões de saúde. Ontem no final da tarde o juiz da 4ª Vara Criminal, Arquelau de Araújo Ribas, decretou a modificação no mandado de prisão original expedido contra Pavan, a pedido de seu advogado, Gilberto Baumann de Lima. Segundo o advogado, Pavan submeteu-se recentemente a uma cirurgia no Instituto do Coração de São Paulo, quando foram implantadas três pontes vasculares.
Segundo o advogado, o Código Penal prevê situações de doenças graves, contemplando estes casos com a prisão domiciliar. A prescrição médica era que o doutor Rubens fosse poupado de situações de estresse e o juiz foi sensível a isso, afirmou. Baumman de Lima disse que o ex-presidente da Sercomtel estava em São Paulo para fazer exames de controle pós-cirurgia. O juiz determinou um exame de avaliação quando ele (Pavan) retornar a Londrina, explicou.
Por volta das 18 horas, o delegado-chefe da 10ª Subdivisão Policial (SDP) de Londrina, Gilson Garret Algauer, recebeu a determinação do juiz Arquelau Ribas para que enviasse uma equipe a São Paulo o mais rápido possível. O delegado-chefe disse que dependeria da Justiça paulista. Em São Paulo há alguns procedimentos legais, como a verificação se não há nada contra o acusado naquele Estado, afirmou. De acordo com Garret, assim que tiver sinal verde da polícia paulista, um delegado e dois agentes embarcam com destino a São Paulo.


