A ex-coordenadora do Programa do Voluntariado Paranaense (Provopar) Cristina Barros ingressou na Justiça com uma ação de prestação de contas contra o Provopar, o Ministério Público (MP) e o Município de Londrina. Na ação, a ex-coordenadora pede uma declaração de que suas contas estão corretas e que o assunto não poderá ser rediscutido, especialmente pelo Provopar e os promotores de Justiça, ''encarregados de destruir a vida econômica, social, familiar e a dignidade moral da autora'', segundo trecho da ação. Assinada pelo advogado Adyr Sebastião Ferreira, a ação está sendo analisada pelo juiz da 6a. Vara Cível, Celso Saito.
Cristina responde a um procedimento investigatório aberto pelo MP com base na auditoria da Prefeitura de Londrina, que apontou irregularidades no Provopar, cujos valores chegam a R$ 740 mil. Em depoimento ao MP, a ex-gerente do órgão Maria Cristina Campos acusou Cristina de utilizar a estrutura do órgão para a campanha de seu filho, o vereador Henrique Barros (PDT).
Maria Cristina disse ainda, no depoimento, que recursos do Provopar beneficiaram a campanha política do deputado estadual Antonio Carlos Belinati (PSL). Cristina nega as acusações e culpa a ex-gerente pelas irregularidades no programa.

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