Dez – dos 30 – deputados federais do Paraná e um ex-representante do Estado na Câmara Federal estão sendo investigados pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A investigação de cinco deles já foi transformada em processo. Segundo a pesquisa feito pelo site Congresso em Foco, dos 594 congressistas, 150 têm pendências no STF. Destes, 52 são réus em ações penais. Já o inquérito é um momento anterior em que o parlamentar, devido ao foro privilegiado, é investigado pelo STF, mas a acusação ainda não foi aceita. Entre os dez deputados federais paranaenses o campeão em número de investigações é Fernando Giacobo (PR), citado em sete procedimentos. Ele é réu em cinco ações penais que incluem crime contra a ordem tributária; sequestro e cárcere privado; apropriação indébita; crime contra a lei de licitações; e calúnia e difamação. Giacobo é investigado também pelos crimes de ameaça e ações contra a ordem tributária. O prefeito de Londrina e ex-deputado federal Barbosa Neto (PDT) é citado em um inquérito por suposto crime de peculato. A suspeita é de que ele tenha recebido indevidamente valores referentes aos salários de servidores ‘‘fantasmas’’ lotados em seu gabinete enquanto ainda era deputado estadual. O mesmo inquérito também investiga Hidekazu Takayama (PSC). Também são investigados Eduardo Sciarra (DEM), Luciano Pizzato (DEM), Nelson Meurer (PP), Abelardo Lupion (DEM), Alfredo Kaefer (PSDB) e Ricardo Barros (PP). Os deputados licenciados Alceni Guerra (DEM) e Cassio Taniguchi também têm pendências no STF.




Quando o funcionário público apropria-se de dinheiro, valor ou qualquer outro bem móvel, público ou particular, de que tem a posse em razão do cargo, ou o desvia em proveito próprio ou alheio



Quando o STF aceita as denúncias contra os parlamentares por entender que há elementos da participação deles em práticas criminosas


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