Depois da renúncia do vereador Henrique Barros, acusado de crime concussão – utilização dos cargos públicos para exigência de vantagem econômica indevida –, agora o Ministério Público (MP) investiga a participação de outro vereador em caso de suposto recebimento de propina. Orlando Bonilha (PR), ex-presidente da Câmara de Londrina e atual vereador, é acusado de ter exigido e recebido R$ 12 mil de um empresário, há quatro anos, para aprovar o projeto que alterou o zoneamento de uma rua residencial na Zona Oeste da cidade liberando a instalação de uma cervejaria no local. O empresário, dono do terreno, afirma que pagou R$ 12 mil para Bonilha, que havia ameaçado de não colocar o projeto em votação caso a propina não fosse paga. Esta é a segunda denúncia contra Bonilha. Na primeira, ele é acusado de concussão e formação de quadrilha junto com os vereadores Renato Araújo (PP), Osvaldo Bergamin (PMDB) e Flávio Vedoato (PSC), além do ex-vereador Henrique Barros. Este último foi preso em flagrante com R$ 9,9 mil supostamente frutos de propina. Nesta denúncia, Bonilha foi apontado como mentor do esquema que teria ‘‘vitimado’’ três empresários da cidade, extorquidos em troca de aprovação de projetos.

É um agente político que desempenha, no âmbito do município, um mandato parlamentar. A origem histórica desse mandato se prende às lutas pela instituição do governo comunal. Foi preciso que os principais da comunidade escolhessem, dentre eles, uns poucos para representá-los na estrutura governativa que se criava, já que é impossível a participação direta de todos no governo

É um local ou empresa onde se fabrica, se vende ou se consome cerveja – bebida produzida a partir da fermentação de cevada maltada com outros cereais. Se acredita que tenha sido uma das primeiras bebidas alcoólicas a serem desenvolvidas pelo homem

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