Entrevista é acompanhada por citados na CPI
Entrevista é
acompanhada por
citados na CPI
Alguns delegados e pessoas citadas durante os trabalhos da CPI do Narcotráfico no Paraná, além de amigos e parentes de Noronha foram ontem ao escritório de Luis Alberto Machado para prestar solidariedade ao ex-delegado-geral. Entre eles, o delegado Mário Ramos, também apontado como pertencente ao esquema e que foi afastado de sua função de diretor do Centro de Operações Especiais devido às denúncias. Hoje, o dia é dele, dizia Ramos.
O clima era de vitória no escritório. Os amigos do delegado passaram parte da tarde em uma sala no segundo andar, onde comemoravam a decisão da Justiça. O jornalista Siboney Nascimento, apontado em um dos depoimentos como envolvido, integrava o grupo de apoio. Presentes, ainda, o delegado Olavo Romanus (Ordem Social) e Rubens Recalcati. Os dois mantêm convivência social com Noronha.
Após a entrevista, Noronha foi abraçado por advogados e amigos. Ele afirmou que pretende ir a Brasília, se convocado pela CPI e disse que também quer retomar seu trabalho, pretendendo ser mais comedido em sua maneira de agir. Não vou abandonar a carreira, mas não agirei mais com a coragem e a determinação que tinha antes, afirmou. (C.M. e R.B.N.)





