A Uvepar marcou uma assembléia extraordinária para o próximo dia 28, em Foz do Iguaçu, onde deverá ser discutido um documento pedindo à Assembléia Legislativa que coloque em regime de urgência a votação do projeto sobre o plebiscito. ''A preocupação do governo é suprir um problema de caixa com a venda da Copel, não há preocupação com o desenvolvimento. Mais de 90% da população têm se manifestado contrária à venda da empresa'', avaliou o presidente da Uvepar, Antônio Carlos Primon (PMDB).

Além de propor a realização de plebiscitos, a União dos Vereadores do Paraná também estimula uma participação política contra o leilão da estatal, marcado para 31 de outubro. A orientação é para que, no caso da privatização, os vereadores apresentem leis cobrando aluguel dos postes públicos instalados nos municípios.

O desembargador do Órgão Especial do TJ, Carlos Hoffmann, irá julgar o mandado de segurança pedindo a anulação da sessão da Assembléia em que foi derrubado o projeto de iniciativa popular que pretendia impedir a venda da estatal. A ação foi proposta pelo Fórum Popular Contra a Venda da Copel que argumenta que o presidente da Assembléia, Hermas Brandão (PTB) conduziu a sessão de forma arbitrária, desrespeitando o Regimento Interno. O deputado nega. (L.R.)®MDBO¯

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