‘‘Falta serviço. Muita gente daqui já foi embora; eu mesma, que não tenho emprego, só não fui porque gosto da cidade.’’
Geni Alves de Campos, 32, desempregada


‘‘As estradas rurais aqui andam péssimas. Se chove, a gente não chega em casa. Mas o pior mesmo é o desemprego: quem quer trabalhar, tem que sair de Tamarana.’’
Cláudio Cordeiro dos Santos, 21, desempregado


‘‘Pelo que ouço da minha clientela, o grande problema aqui tem sido a conservação das estradas rurais. São muitas, tem que cuidar direitinho.’’
Neivaldo Barbosa, 49, comerciante

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