Empresários não comentam ação
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quinta-feira, 24 de janeiro de 2008
Vanessa Navarro<br>Reportagem Local 
Procurado pela FOLHA, o advogado de Henrique Barros, Antonio Carlos Coelho Mendes, disse ontem que não era responsável pelo caso no julgamento pela Câmara. ''Estou fora de Londrina; quando saí, o Legislativo não havia manifestado nada contra o vereador'', afirmou, para completar: ''Mas sou advogado dele apenas na questão criminal''.
A reportagem também tentou novamente falar com os empresários apontados como vítimas de extorsão na denúncia criminal do Ministério Público (MP). Carlos Messas, dono do restaurante Galpão Nelore, e seu advogado, Antônio Amaral, não atenderam ligações ao celular. No escritório de Alexandre Guimarães, proprietário do Mercado Guanabara, a informação era a de que ele ainda não havia retornado de viagem. A secretária de Maurício di Biagi, proprietário da Higiban, informou que ele passou a tarde em reunião.
Outros empresários que devem ser ouvidos pelo MP, na segunda etapa de investigação, também estão sendo difíceis de localizar, segundo o promotor do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), Leonir Batisti. Responsável pelo caso, o promotor citou que deve ''trocar informações'' com a Comissão de Ética da Câmara amanhã à tarde.


