A primeira etapa para a reforma do prédio da Câmara Municipal de Londrina foi concluída nesta segunda-feira (7). A empresa vencedora da licitação para a elaboração dos projetos de reforma e adequação do prédio do Legislativo é londrinense. Trata-se da MEP Arquitetura e Planejamento, fundada em 2004, que irá executar o serviço no valor de R$ 255 mil. O preço máximo para o contrato definido no edital era de R$ 281.287,06.

Imagem ilustrativa da imagem Empresa londrinense fará projeto arquitetônico da reforma da Câmara
| Foto: Reprodução/CML

A vencedora terá até seis meses para entregar seis projetos: arquitetônico completo; de sinalização e comunicação visual; estrutural; hidrossanitários e prevenção de incêndios, incluindo reaproveitamento de água da chuva; instalações elétricas; e de sistema de ar condicionado.

O prédio da Câmara, inaugurado em 1977, nunca passou por uma grande reforma. A principal preocupação da atual diretoria, sob a presidência do vereador Ailton Nantes (PP), é com as rachaduras, infiltrações e com possíveis panes elétricas. Das 200 cadeiras do mezanino do plenário do Legislativo, 66 estão interditadas por exigência da Defesa Civil por questões de segurança. Já o valor da reforma só será conhecido com a entrega dos projetos arquitetônicos em abril de 2020. O dinheiro para a obra sairá de um fundo de R$ 21 milhões reservado desde 2009 para esse fim com verba do Legislativo.

O fundo, criado em 2009, é formado pelas "sobras" anuais de recursos públicos repassados pelo Executivo. Constitucionalmente, a Prefeitura de Londrina deve repassar ao Legislativo um percentual da receita; o que sobrar, deve, necessariamente, ser restituído aos cofres municipais. Apenas em razão do fundo é que os recursos acabaram ficando no caixa da Câmara.

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