Emília acompanhou de casa
Patrícia Zanin
De Londrina
A vice-governadora Emília Belinati (PTB), mulher do prefeito Antônio Belinati, adiou sua ida a Curitiba para acompanhar os desdobramentos do depoimento do marido. Ontem de manhã, ela participou da reunião entre o prefeito e o advogado João Alberto Graça, que repassou as últimas recomendações a Belinati. O encontro foi no apartamento da família, no centro da cidade.
Durante a tarde, Emília acompanhou, a distância, informações sobre o depoimento do marido. Ela não deixou o apartamento para se manter a par dos últimos acontecimentos. Segundo a assessoria da vice-governadora, Emília está tranquila. A vice-governadora não deve viajar hoje para Curitiba. Ela pode permanecer na cidade nos próximos dias para apoiar o marido. Ontem, Emília informou, através de assessoria, que o marido estava bem antes de deixar o apartamento, no início da tarde, para ir à prefeitura.
O assessor de imprensa do prefeito, Sérgio Luis Souza, informou que antes de Belinati ser ouvido pelo Ministério Público, ele foi examinado por uma enfermeira, que constatou que sua pressão arterial estava normal. O secretário municipal de Obras, José Righi de Oliveira, porém, disse que o prefeito estava bastante abatido. Righi foi o último secretário a se reunir com Belinati antes do início do depoimento.
No sábado à noite, Belinati teve uma crise de hipertensão e foi atendido no Hospital Evangélico. Ele ficou de repouso por duas horas, foi medicado e liberado em seguida. De acordo com a assessoria, a recomendação do cardiologista Ricardo José Rodrigues, que o atendeu, era para que Belinati medisse a pressão de quatro em quatro horas. Mas ontem à tarde, durante o depoimento, não foi possível. (Colaborou Lucilia Okamura)





