BagdáMais de 1,6 milhão de iraquianos morreram de diversas doenças e desnutrição causadas pelo embargo imposto ao Iraque desde 1990, afirmou ontem o ministro iraquiano da Saúde.
O ministério precisou em um comunicado, divulgado pela agência oficial INA, que ‘‘1.629.639 pessoas, das quais 674.780 menores de cinco anos, morreram por causa de diversas enfermidades como diarréia, problemas cardíacos e respiratórios, assim como de desnutrição’’, de 1990 até o final de 2001.
Boa vontadeAs autoridades iraquianas multiplicaram os gestos apaziguadores para com a comunidade internacional. Dentro de tal política, o Iraque fez um gesto de boa vizinhança para com o Kuwait e anunciou o envio de uma delegação a Madri para ‘‘reativar’’ suas relações com a União Européia (UE).

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