O prefeito de Serranópolis do Iguaçu, Nilvo Antonio Perlin (PT), promete entrar com ação na Justiça se os deputados estaduais aprovarem a mensagem do governo que ‘mexe’ com os critérios de distribuição do ICMS ecológico.
O responsável pelas contabilidades do município, Aldair Gioto, disse que a idéia do governo compromete os R$ 135 mil recebidos todo mês em troca da preservação do Parque Nacional do Iguaçu. Desmembrado de Medianeira, 79% das receitas do município são referentes ao ICMS ecológico.
O autor da lei do ICMS ecológico, deputado Neivo Beraldin (PPB), também é contra a medida. Ele acreditar que o dinheiro vem dos próprios municípios e não justifica mudança nos critérios de distribuição.
Já o prefeito de Medianeira, Luiz Yoshio Suzuke (PT), aposta na concretização da medida de transição. Ele alega que o desmembramento de Serranópolis tirou R$ 150 mil de renda mensal. ‘‘Concordo porque a regra faz com que as perdas sejam gradativas’’, afirma. (L.D)

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