Arquivo FolhaNeusa Campos: Não temo condenaçãoA solução encontrada pela prefeita de Porecatu, Neusa Maria Marciliano Campos (PTB), para amenizar a crise foi contar com a contribuição de empresas privadas. Neusa Campos foi a primeira vereadora do município e conta que desde aquela época utiliza esse tipo de colaboração para doar cestas básicas às famílias carentes. Esse hábito foi, inclusive, motivo de processo eleitoral contra ela. O processo por abuso de poder econômico, movido pelo também candidato Ademar Pícolo (PMDB), terá a primeira audiência em junho. ‘‘Não temo uma condenação. O processo é baseado em acusações falsas e as eleições também já passaram’’, argumenta.
Segundo Neusa Campos, foram as contribuições de empresas do município que possibilitaram as reformas de escolas. ‘‘Não são doações em dinheiro, mas em materiais’’, explica a prefeita. A dívida da prefeitura de Porecatu é de R$ 7 milhões, valor equivalente à arrecadação anual do município. A prefeita explica que a dívida vem da administração de Pícolo, que foi prefeito de Porecatu de 1989 a 1992. ‘‘A maior parte refere-se a processos trabalhistas. Pretendo continuar rolando essa dívida’’, afirmou. (J.S.)

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