Estes são os principais pontos da reforma da Previdência que estarão em discussão no Senado a partir desta semana:
qLimite de idade para aposentadoria do servidor: Os deputados não aceitaram o limite de 60 anos de idade, previamente acertado com o governo.
qFim dos aumentos reais concedidos aos servidores em atividade para os inativos: Também foi rejeitado na Câmara e é considerado essencial para que a União, Estados e municípios estimulem aumento da produtividade e eficiência na remuneração de categorias que ganham pouco, como professores primários, médicos e policiais.
qFim da acumulação de proventos e remuneração da atividade para ministros, secretários de Estado, deputados, senadores e outros cargos eletivos: Graças à exceção aprovada pelos deputados no ano passado, essas categorias continuam privilegiadas pela acumulação de salários.
qFim da aposentadoria proporcional para servidor público: A regalia permite que pessoas na faixa dos 40 anos se aposentem.
qFim da aposentadoria precoce do professor universitário: Os deputados mantiveram o privilégio que, além de pesar na folha, tira das salas de aula os professores na sua melhor fase.
qLimite da pensão por morte: O cônjuge sobrevivente deve receber menos do que os 100% mantidos pelos deputados.
qFim do privilégios dos fundos de pensão das estatais: O governo paga duas vezes mais do que o beneficiário dos fundos. O lobby do setor convenceu os deputados a manter a situação inalterada. O Planalto quer modificar o texto no Senado.
qFixação do limite máximo de aposentadoria: O governo quer que o maior salário pago a um servidor seja igual ao vencimento do presidente da República, de R$ 8,5 mil. Mas há ex-combatentes que recebem aposentadorias de até R$ 30 mil.

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