Com o custo aproximado de R$ 4,4 mil (R$ 1,70 por eleitor), Jundiaí do Sul (Norte Pioneiro) realiza hoje a eleição suplementar para escolher o prefeito que vai comandar o município pelos próximos dois anos. Depois de uma "campanha tranquila", conforme o chefe substituto do cartório eleitoral da 82ª Zona Eleitoral (ZE), Bruno Henrique de Morais, os candidatos ao cargo - o prefeito interino Marcio Leandro da Silva (PMDB) e o empresário Sebastião Egídio Leite (PT)- dizem que vão descansar somente depois das 17 horas de hoje.
O petista informou que vai votar pela manhã "e depois é andar o dia inteiro pela cidade, vou parar só à tarde". Marcio informou que "o melhor é circular pelo município, estar presente."
Nessa última semana, a campanha se intensificou com a presença de políticos de expressão nacional passando pela cidade, como a senadora Gleisi Hoffmann (PT). Deputados estaduais do PT e também do PMDB estiveram na campanha. Do outro lado, o prefeito interino, do PMDB, afirmou que reforçou o contato com o eleitor e está confiante. Porém, evitou polemizar sobre a participação de políticos do seu partido na campanha do adversário. "É assim mesmo", resumiu. Ele tem o apoio do grupo político do ex-prefeito Jair Sanches (PR).
A eleição suplementar em Jundiaí do Sul foi autorizada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), depois que o então prefeito Jair Sanches e a vice Izabela Rodrigues (PSC), eleitos em 2012 com 50,82% dos votos válidos, foram cassados pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Paraná por abuso de poder político.

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