Brasília - O Mercosul terá, até o fim deste ano, um mecanismo próprio para legitimar suas democracias, mesmo eventuais casos duvidosos, e o grau de respeito aos direitos humanos em cada um de seus sócios. A criação do Observatório Democrático e de Direitos Humanos foi decidida em julho, na mesma cúpula de Córdoba (Argentina) que consagrou o ingresso pleno da Venezuela ao bloco, e deverá ser detalhada na próxima reunião do Mercosul, nos dias 29 e 30, em Montevidéu.
A rigor, o observatório teria a ''vantagem'' de ser independente da Organização dos Estados Americanos (OEA), organismo que também monitora processos eleitorais e de riscos às instituições e que conta com pesada influência de Washington.

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