Eduardo Cunha já quer usufruir do semiaberto
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terça-feira, 16 de abril de 2019
Claudio Humberto 
“Acho que são grandes as chances de aprovação da reforma”
Rodrigo Maia, presidente da Câmara dos Deputados, dando um tempo ao mimimi
Eduardo Cunha já quer usufruir do semiaberto
O ex-deputado Eduardo Cunha, que cumpre pena de 14 anos por vários crimes, tenta se credenciar a progressão de regime para o semiaberto, por já haver cumprido um sexto da punição. Mas tem no meio do caminho a juíza de execuções penais de Curitiba, Carolina Lebbos, que somou o tempo de prisão aos 24 anos que ele foi condenado pelo juiz federal Vallisney de Souza Oliveira, em Brasília. A defesa de Cunha considera “ilegal” a decisão ada juíza de execuções.
Regra atual
A defesa alega que a soma de penas, no atual entendimento do STF, só poderia ocorrer após esgotados todos os recursos em 2ª instância.
Preso de 1ª instância
“Enquanto se discute prisão após a segunda instância”, diz o advogado Pedro Ivo Velloso, “o Eduardo está preso condenado só na primeira!”
Esperança no STJ
A soma das penas é contestada no Superior Tribunal de Justiça e a defesa se diz confiante de que a “ilegalidade será sanada”.
Ficha sujíssima
Preso desde de 2016, Cunha foi condenado por corrupção, lavagem de dinheiro, violação do sigilo funcional e a pagar multa de R$7 milhões.
Indústria dos cartórios amplia ganhos bilionários
Setor que floresceu até no auge da crise econômica, a bilionária indústria dos cartórios no Brasil conseguiu autorização para emitir identidade e passaporte, numa tentativa de conter a expansão dos serviços de emissão de documentos tipo “Poupatempo” em São Paulo, “Na Hora” de Brasília ou “Expressão Cidadão” de Pernambuco. O objetivo é ampliar ainda mais o faturamento anual de R$15 bilhões.
Só pensam naquilo
Os órgãos estaduais surgiram para facilitar a emissão de documentos e não faturar ’30 moedas de prata’ pelas quais ‘babam’ donos de cartório.
Importante é faturar
Será possível obter ou renovar passaportes em cartórios de registro civil mediante pagamento de “taxa extra”, claro.
Indústria da desconfiança
O mundo se livra dos cartórios para se modernizar e desenvolver, mas o lobby bilionário aprisiona o Brasil a essa “indústria da desconfiança”.
Com monopólio é moleza
Se “especialistas” dizem que a Petrobras já não é estatal e sim uma “sociedade anônima”, já passou da hora de desregulamentar e privatizar e o setor. Acabando o monopólio e submetendo a Petrobras a concorrência aberta. Aí sim, a “S/A” pode fixar seus preços à vontade.
Oportunista ‘exilada’
A petista Marcia Tiburi, que perdeu feio a eleição para o governo do Rio, foi coautora de artigo em jornal francês onde se identifica com uma mentira: “exilada”. E não incluiu “oportunista” na sua auto-definição.
Show de erros
A censura decretada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, além da agressão à democracia, é de rara desinteligência: jogou luz e deu ares de credibilidade a uma suspeita que mal se sustenta. Pior ainda é a intimidação a jornalistas, obrigando-os a depor na Polícia Federal.
Meu pirão primeiro
O PT se uniu ao Centrão na CCJ da Câmara, nesta segunda (15), em autêntico casamento de jacaré com cobra. E ainda deu uma pulada de cerca para se juntar a deputados do PSL para derrotar o governo.
Sai Unasul, entra Prosul
O Brasil saiu da Unasul, convescote dos tempos de Chávez, Lula et caterva, para compor o Prosul, foro para o progresso do continente, junto a Argentina, Chile, Colômbia, Equador, Guiana, Paraguai e Peru.
Não vão devolver?
A Petrobras estancou a sangria, deixando de bancar eventos ligados a cinema e teatro, alguns sem qualquer importância, que receberam 13 repasses de R$12,7 milhões. Deveria agora exigir devolução.
Acadêmico
O Instituto Histórico e Geográfico do DF deve aprovar a filiação, nesta quarta (17), do embaixador Paulo Roberto de Almeida, aquele que ganhou notoriedade atacando seu chefe, o chanceler Ernesto Araújo.
Sem ‘enrolation’
A deputada Bia Kicis (PSL-DF) expôs o “enrolation” da oposição na CCJ, que tenta burlar ordem dos discursos se inscrevendo para falar contra e a favor do governo. “Subterfúgio para enganar o Brasil’, disse.
Pensando bem...
...barrar aumento do preço de combustível, nos governos do PT, era atitude aplaudida pela opinião pública.
PODER SEM PUDOR

Nobre malvadeza
Os senadores discutiam o projeto de recriação da Sudene, na Comissão de Desenvolvimento Regional, quando o tucano Tasso Jereissati (CE) passou a palavra ao então senador “Antônio Carlos de Magalhães”. Explicou que a preposição foi usada, no passado, para designar nobres, “e não há político mais nobre que ACM”. O velho babalaô falou e depois provocou risadas: “Agora devolvo a palavra ao senador Tasso de Jereissati...
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Com André Brito e Tiago Vasconcelos


