''A operação da praça de pedágio na BR-153 foi feita com apoio do poder concedente (governo do Estado) e aprovação de estudos prévios e de custo. O que havia de irregular eram absurdos cometidos por motoristas que queriam fugir à cobrança. Com isso, colocam em risco as próprias vidas e de terceiros'', afirmou a assessora de comunicação da Econorte, Cássia Romanow, sobre a polêmica em Jacarezinho. ''Estamos apenas regularizando a situação.''
De acordo com a representante da concessionária, a empresa se comprometeu a isentar os veículos da cidade que efetivamente trafegam diariamente pelo local, e está aguardando resposta da prefeitura. Cássia Romanow disse que a proposta não significa o reconhecimento de prejuízos causados pelo pedágio. ''Fizemos a proposta para colaborar porque as pessoas têm nos procurado'', justificou.
A assessora de comunicação argumenta que há ''exagero'' nas reclamações. ''Existem ônibus para levar estudantes de um município a outro por R$ 1. Então, não dá para dizer que tem pessoas sem estudar porque não corresponde à realidade.'' A tarifa de ônibus para os demais usuários é de R$ 2.
A representante da Econorte disse acreditar num acordo com a prefeitura ''em breve''. (F.C.)

mockup