A FOLHA procurou a publicitária Renata Manttovani, que, após se apresentar como relações públicas e alegar ser responsável, na prática, pelo setor de eventos da agência que está em seu nome, pediu que fosse ouvido outro representante: seu pai, o publicitário Renato Manttovani. Foi ele que, durante a campanha para a Prefeitura, coordenou a comunicação do grupo de Barbosa.
''É de dar risada uma ação dessas, ou entrar com uma ação'', disse Manttovani, sem citar contra quem seria eventual medida judicial. Segundo ele, os serviços pagos foram executados e veiculados. ''O aditivo não é ilegal; o show do Ritchie foi adiado (devido à chuva; era em local aberto) e tivemos de remarcar, ainda que sem pagar outro cachê ao artista, mas bancando despesas como hotel e passagens. Isso teve de fato que divulgar novamente. Os outros eventos foram veiculados em rádio e TV só depois (do aditivo); no contrato inicial, a divulgação havia sido nos jornais, é fácil provar'', justificou, para concluir: ''Gastamos R$ 19 mil porque os veículos foram parceiros - quem conhece de mídia sabe que em um dia, só, se gasta R$ 20 mil''.
A Prefeitura foi contatada, mas a assessoria informou que a manifestação ficará para uma coletiva hoje, às 14 horas. (J.G.)

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