DRT diz que só insere jovens no mercado
Curitiba - As entidades executoras do Consórcio Social da Juventude no Paraná reclamam, no documento, da fiscalização precária do Ministério do Trabalho e Emprego e da Delegacia Regional do Trabalho (DRT) no Paraná. Por meio de nota, o delegado do trabalho no Paraná, Geraldo Serathiuk, aifrmou que de fato as entidades estiveram no órgão ''para protocolar um documento que relata a dificuldade financeira que se encontram, em virtude da participação no programa Consórcio Social da Juventude em Curitiba''. ''As executoras também questionaram a forma como o projeto foi executado'', diz a nota.
Serathiuk esclareceu que ''a DRT do Paraná não participou do processo de implantação, monitoramento e execução do projeto em Curitiba, sendo feito tão somente pela Coordenação Nacional''. ''A DRT está trabalhando somente para a inserção dos jovens qualificados no mercado de trabalho'', informou Serathiuk.
A coordenadora nacional do CSJ pelo Ministério do Trabalho e Emprego, Luciana Tannus, afirmou que esteve no Paraná em junho com um auditor de contas do Ministério e não constatou nenhuma irregularidade. ''O convênio é com uma única entidade, que contrata as demais'', explicou Luciana se referindo a FEC. ''Uma coisa que eu não entendo é porque a denúncia foi feita um mês depois que acobou o projeto e não durante. O contrato com as entidades era ronovado mês a mês'', criticou. A coordenadora afirmou que apesar de não ter constado irregularidade, vai ficar atenta à prestação de contas da FEC, que deve ser entregue até outubro. (A.B.)





