Dos 33 ministros, sete são da região Sul
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) é composto por, no mínimo, 33 ministros nomeados pelo presidente da República, após passar por aprovação no Senado Federal. Entre os atuais ministros do STJ, não há nenhum do Paraná. Dos sete representantes da região Sul, quatro são do Rio Grande do Sul - incluindo o presidente, Ari Pargendler - e três são de Santa Catarina. A maior representatividade se concentra nas regiões Sudeste (com 11 ministros, sendo cinco de São Paulo, três do Rio de Janeiro e três de Minas Gerais) e Nordeste (com dez ministros, sendo três da Bahia, três do Ceará, dois de Pernambuco, um da Paraíba e um de Alagoas). Há, ainda, um representante do Norte e outro do Centro-Oeste, além de um ministro naturalizado brasileiro, o vice-presidente do STJ Felix Fischer. Outros dois são ministros convocados (Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul).
Segundo o artigo 104 da Constituição Federal, os cargos de ministros do STJ devem ser preenchidos por brasileiros com mais de 35 e menos de 65 anos de idade, de ''notável saber jurídico e reputação ilibada''. A Constituição determina ainda que um terço dos ministros do STJ deve ser escolhido entre membros dos tribunais regionais federais, um terço entre os desembargadores dos tribunais de Justiça dos Estados e um terço, em partes iguais, entre os advogados e integrantes do Ministério Público.
A indicação dos nomes a serem escolhidos é feita pelo plenário do STJ, em sistema de lista tríplice que apresenta os candidatos de acordo com a ordem decrescente dos votos obtidos. A vaga disponível está ociosa por causa da aposentadoria do ministro Aldir Passarinho Junior. Para a indicação na lista tríplice, Néfi Cordeiro obteve 25 votos e Assusete Magalhães 20 votos. Suzana de Camargo Gomes conseguiu 15 votos. (L.C.)





