São Paulo - Governadores de 26 Estados e do Distrito Federal tomaram posse nesta terça-feira (1º). Muitos dos eleitos preferiram cerimônias realizadas na parte da manhã para conseguirem organizar a agenda e participar da posse do presidente eleito, Jair Bolsonaro, que ocorreu à tarde. Nos discursos, os novos chefes dos Executivos estaduais reafirmaram promessas de controle dos gastos públicos e de investimentos nas áreas sociais.

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), endureceu a defesa em prol de mudanças no PSDB durante discurso na cerimônia de transmissão do cargo no Palácio dos Bandeirantes. Doria declarou que o partido não vai "virar as costas" para o País e que deve apoiar as medidas do presidente eleito, Jair Bolsonaro.

"Nada de apego ao passado, o passado é para ser respeitado. Mas hoje o que vale é o presente", disse o tucano, em crítica indireta a governos tucanos anteriores. "E o PSDB, o meu partido, será um exemplo disso porque vai mudar e vai mudar para sintonizar à realidade da população do Estado e, se souber fazer isso em São Paulo, irá fazer também no Brasil."

No discurso, Doria citou o ex-governador Mário Covas como exemplo. Para o novo governador, a legenda tucana precisa de novas posições. Ele prometeu que seu governo vai "enterrar" a velha política.

RIO
O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, se reúne nesta quarta-feira (2) com seu secretariado para discutir as primeiras ações à frente do Estado. Segundo Witzel, no dia 12, sábado, haverá novo encontro "mais aprofundado", que resultará na divulgação do plano de governo.

Wilson Witzel tomou posse em cerimônia no Palácio Tiradentes, sede da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), na manhã desta terça-feira. Em seu discurso, ele invocou a bênção de Deus e relembrou algumas promessas de campanha, como o combate à violência urbana e à corrupção.

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