'Dívidas são históricas', afirma depoente
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Câmara Municipal de Apucarana, ouviu na tarde de ontem, o secretário de Fazenda, Sérgio Luiz Hilário, o diretor-geral de Finanças, José Divino de Oliveira, o secretário de Planejamento e Controle Interno, Waldomiro Popadiuk e a diretora dos Recursos Humanos da Prefeitura, Rosmeire Rivelini.
O primeiro a depor foi Sérgio Luiz Hilário, que deixou várias perguntas sem resposta, como o fato do motivo do orçamento de 2011 dispor de uma dotação da ordem de R$ 17 milhões para o pagamento da dívida.
Os depoimentos seguintes, segundo os membros da CPI, trouxeram alguns desencontros. Waldomiro Popadiuk negou, por exemplo, que o regime de previdência dos servidores tenha sido alterado, mas Rosmeire Rivelini disse que de 1994 a 1997 a categoria saiu do regime. ''Todos informaram que quem tinha a resposta sobre o assunto era Waldomiro Popadiuk, que por sua vez informou que quem deve ter esta informação é a Contabilidade'', afirmou o presidente da Comissão, Sebastião Martins Júnior.
Para os vereadores que estavam no plenário, os depoimentos se contradizem também ao informar que os pagamentos das dívidas estão em dia, mas sem explicar por que ela subiu 400% em 10 anos.
Segundo Popadiuk, ''as dívidas de Apucarana são históricas''. ''Realmente a população tem que saber como chegou a esse ponto mas, a forma como às vezes isso é colocado as pessoas pensam horrores do município e não é bem assim. Eu queria ressaltar que quando o prefeito Valter Pegorer (PMDB) assumiu a prefeitura, em 2001, essas dívidas já existiam'', concluiu. (P.B.O)





