Diretório municipal do PHS tem recursos negados
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terça-feira, 31 de agosto de 2004
Janaina Garcia<br> Reportagem Local 
A corte do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) manteve ontem na disputa pelo legislativo londrinense as coligações do PHS com o PT/PTN/PSC/PCB/PL/PAN/PCdoB, na majoritária, e com o PL e PSC na chapa proporcional. Com a decisão, continuam na corrida eleitoral os candidatos Rubens Canizares e Jair Carlos Teodoro, ambos do PHS.
O recurso negado pela corte do TRE, por uninamidade de votos, confirma a sentença emitida no último dia 13 pelo juiz da 41 Zona Eleitoral, Jurandyr Reis Júnior. A contestação em Curitiba foi ingressada pela candidata a vereadora Flávia Romagnolli, presidente do PHS em Londrina e cujo pedido de registro de candidatura foi indeferido pelo mesmo juiz. Junto com ela também foram indeferidos outros seis postulantes à Câmara, integrantes da coligação firmada na proporcional e na majoritária com o PMN de Félix Ribeiro, cujos recursos ontem também foram todos negados pelo TRE.
As coligações haviam sido instituídas pela Comissão Interventora do PHS em Londrina e estavam sendo questionadas na Justiça Eleitoral de Londrina por membros do diretório municipal, que também registrou coligações nas duas chapas. O imbróglio teria começado em junho, quando um racha interno fez com que o diretório estadual do PHS decretasse intervenção no diretório municipal. Presidido por Flávia Romagnolli, o diretório de Londrina não reconheceu a intervenção e alegou que o estatuto do partido não prevê a dissolução sumária da comissão executiva municipal, o que gerou o registro da coligação com o PMN.
O advogado de Flávia, Miguel Antonio Ramos, disse ontem à noite que se reuniria hoje com os candidatos que tiveram recurso negado para definir se recorreria ou não ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). ''Vamos estudar a possibilidade, mas por ora não há nada certo'', resumiu.


