O diretor executivo do Proep, Aldo Arantes, afirmou que para dar continuidade aos projetos em andamento e firmar novos convênios pelo programa, seria necessário o triplo de recursos do que o destinado no orçamento de 2004, R$ 53 milhões. ''Este recurso é insuficiente, não atende as necessidades dos projetos em andamento. Para que seja possível reativar convênios e começar novos, seriam precisos R$ 184 milhões'', calculou. ''Não depende do Ministério (da Educação). Depende das decisões tomadas pelo governo. Mas há uma sensibilidade grande por parte do Congresso, da Frente Parlamentar e o Executivo também está bastante sensibilizado. Acho que (o Proep) será priorizado. É um projeto chave no projeto nacional de desenvolvimento, que dá ênfase na formação da força de trabalho'', disse.
Arantes ainda justificou que a falta de recursos para o programa durante este ano, é resultado do orçamento deixado pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB). ''O governo Fernando Henrique reduziu drasticamente os recursos públicos. Estamos trabalhando com os recursos do orçamento do governo passado. Temos uma limitação grande para o trabalho do Proep.''

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