Dez operários serão responsáveis pela capina de Londrina
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quarta-feira, 18 de março de 2009
Danilo Marconi<br>Equipe Bonde 
O presidente da Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU), Paulo Renato Mattiuz de Carvalho, revogou na tarde de ontem, o ato administrativo que instituiu a licitação emergencial para a capina e roçagem de áreas públicas e urbanizadas de Londrina. A medida descarta qualquer possibilidade para contratação de nova empresa para executar o serviço.
Com o término do contrato de terceirização com a Visatec, ontem, o serviço de roçagem do município será realizado por profissionais da própria CMTU. ''São dez funcionários, um número insuficiente para atender todo o município'', admitiu o diretor operacional da Companhia, Luis Paulo Bombassaro. Ele explicou que a CMTU vai priorizar atendimentos em escolas e postos de saúde. ''Ficamos bastante limitados'', disse Bombassaro.
A CMTU tinha intenção de apresentar até o final desta semana as novas empresas responsáveis pelo serviço de capina e roçagem da cidade. O objetivo da companhia era lotear a cidade em três grandes áreas: oeste/sul, centro/leste e norte. O preço do contrato estava estipulado em R$ 330 mil, com a exigência de 125 profissionais trabalhando na capina de terrenos. O número é 50% maior do que previa o último contrato. Além disso, cada empresa teria que deixar um veículo à disposição da CMTU para eventuais fiscalizações da execução do serviço. O edital também determinava que os resíduos fossem processados e transformados em adubo. No entanto, o processo foi questionado judicialmente pela Visatec e suspenso através de uma liminar em mandado de segurança. A Visatec sustenta que a assinatura de contrato emergencial só é permitida em casos de calamidade pública.
Diretores da CMTU se reúnem nesta quinta-feira para estudar novas propostas para o setor.


