A ação civil pública por improbidade administrativa contra o prefeito afastado Jairo Gianoto, e que pode culminar com a cassação do mandato dele, foi proposta no início de outubro, contra o ex-secretário de Fazenda, de Maringá, Luis Antônio Paolicchi, um funcionário dele, Waldemir Ronaldo Corrêa e os servidores Jorge Aparecido Sossai e Rosimeire Castelhano Barbosa. Corrêa também é funcionário afastado da prefeitura.
Os quatro são acusados de desviar R$ 2,6 milhões da prefeitura entre o final de 98 e março do ano passado. Contando os R$ 549 mil encontrados na conta do prefeito, os desvios chegam a R$ 3,1 milhões.
Paolicchi e os servidores também respondem também ação criminal por peculato, lavagem de dinheiro, sonegação fiscal e formação de quadrilha. Paolicchi teve os bens indisponibilizados e depois a prisão preventiva decretada, no dia 17 de outubro, e desde então está foragido.
Na semana passada, foi proposta ação criminal contra Gianoto por contratação irregular do advogado Dirceu Galdino para contestar dívida do município junto ao Banestado. Ontem, o advogado mandou nota à Folha afirmando que sua contratação ‘‘ocorreu dentro dos princípios da legalidade e da moralidade’’.
Ele também ressaltou que sua atuação trouxe ‘‘expressivas vantagens para o município, conforme se demonstrará nos autos pertinentes’’. ‘‘Este advogado confia na Justiça e aguarda serenamente a decisão judicial, que irá provar sua inocência’’, afirmou Galdino, no documento. (M.Z. com Redação)

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