Curitiba - Segundo o presidente da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, o líder do governo na Câmara, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), defende que as prefeituras teriam mais vantagem se o texto da reforma tributária fosse votado em bloco. Desta forma, na sua avaliação, o aumento do FPM passaria a ser retroativo a janeiro deste ano, ao passo que no texto original ele valerá apenas a partir da promulgação da futura emenda.
O líder da minoria, deputado José Carlos Aleluia (PFL-BA), defende a aprovação apenas do aumento do FPM, da maneira como veio do Senado, para que essa alteração já possa ser promulgada. Na véspera da 9 Marcha a Brasília, na semana passada, os prefeitos conseguiram algumas conquistas, como o aumento do valor da merenda escolar, uma linha de financiamento do BNDES para a aquisição de máquinas e equipamentos e o apoio das bancadas do governo e também da oposição para votar a reforma tributária. (A.B.)

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