Curitiba - A deputada Elza Correia (PMDB), candidata à Prefeitura de Londrina, entende que o projeto não deveria ser votado agora, pois há outras categorias do funcionalismo público com problemas financeiros. Ela disse que, até onde sabia, o projeto não tinha data para ser votado, por isso preferiu não polemizar.
Barbosa Neto (PDT), também candidato a prefeito de Londrina, adiantou que vai votar contra o projeto. ''O aumento do salário mínimo foi irrisório (de R$ 240,00 para R$ 260,00). Esse aumento para os secretários está fora de contexto'', considera.
O candidato a prefeito de Curitiba Ângelo Vanhoni (PT) não comentou o projeto. Segundo sua assessoria de imprensa, o candidato se licenciou da cadeira de deputado justamente para não se envolver com projetos e polêmicas do Legislativo. Vanhoni pediu licença no dia 12 de julho. A intenção era se dedicar totalmente à campanha e se desvincular da Assembléia, até para não absorver desgastes por causa de eventuais projetos impopulares.
No final da tarde de ontem, o líder do governo, Natálio Stica (PT), disse que Vanhoni nem estava sabendo da votação iminente do projeto, pois estava em reunião com vereadores. ''Com certeza pode ter reflexos negativos na campanha, mas acho que ele não vai reclamar'', disse Stica. (M.D.)

mockup