Brasília - A idéia de elevar a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) foi bombardeada ontem pelos Estados e até pelo governo federal e foi renegada pelo autor, o deputado Virgílio Guimarães (PT-MG), relator da comissão escalada para discutir a reforma tributária na Câmara. Guimarães defendia um aumento da CPMF dos atuais 0,38% para 0,50% como uma forma de conquistar o apoio de governadores e prefeitos à reforma tributária, uma vez que Estados e municípios poderiam ser beneficiados pela divisão da arrecadação adicional. O Ministério da Fazenda também reagiu contra a idéia de elevar a CPMF. ''A posição do ministério continua a mesma: não queremos aumento da carga tributária'', disse um interlocutor do ministro Antônio Palocci Filho. (A.E.)

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