DEPOIMENTO
A Promotoria de Investigação Criminal (PIC) adiou os depoimentos de Alexandre Almeida Barros e de duas delegadas da Polícia Civil. Barros afirma ter sido torturado dentro do 1º Distrito Policial de Curitiba, onde estava preso, na semana passada pelo corregedor da Polícia Civil, Adauto de Oliveira. A causa do adiamento está ligada ao fato de Barros ter obtido o alvará de soltura na manhã de ontem. A nova data do depoimento ainda não foi marcada.
Adauto de Oliveira nega a acusação e diz que revidou a uma agressão desferida por Barros. A denúncia contra o corregedor foi apresentada pelo delegado João Ricardo Képes Noronha, então presidente da Associação dos Delegados da Polícia Civil do Paraná (Adepol), ao ser acionado pelo titular do 1º DP, delegado Fauze Salmen. O delegado Aníbal Bassan, designado para o caso, determinou sigilo nas investigações.





