Denunciante é processado
Quando foi procurado por P.K.L.N. com documentos que comprovariam que ela estava lotada na Assembleia Legislativa sem saber e que não dava expediente na Casa, o então prefeito de Guarapuava Vitor Hugo Burko, protocolou as informações no Ministério Público Estadual e denunciou o caso na imprensa. Em entrevista a um jornal local, Burko declarou, na época, ser ''uma vergonha uma Casa de Leis fazer o que fizeram''. ''Tiveram a cara-de-pau de responder que cabe somente aos funcionários comissionados divulgar os seus salários.''
Ele conta que não recebeu nenhuma resposta oficial da promotoria - que deve prestar informações a quem formaliza denúncias - e depois soube que estava sendo processado pelo órgão que tentou acionar.
De acordo com Burko, o processo por danos morais à AL e seu então presidente, Hermas Brandão, correu pela 1 Vara Cível da Comarca de Guarapuava. Ele foi condenado a pagar R$ 32 mil - hoje reajustado para cerca de R$ 40 mil - de indenização. Agora, o advogado diz que pretende entrar com uma ação rescisória. ''Está provado que eu estava falando a verdade''. (M.R.M.)





