Em nota, a defesa do ex-governador Beto Richa informou que a denúncia e prisão decretada no dia 11 de setembro foram baseadas "exclusivamente em termos de depoimento de colaborador, sem qualquer base em provas de suas falaciosas alegações." A defesa ainda sustenta que "ilações" feitas pelo delator foram encaminhadas sem provas do Ministério Público. "Contudo, permanece a confiança na Justiça que, em tempo certo, irá restabelecer a verdade e a honra da família Richa."

A defesa do empresário, Luiz Abi Antoun, considera a denúncia "temerária" e também acusa o delator, Tony Garcia, de ter feito várias gravações, mas não teria encaminhado ao MP o aparelho usado para esta finalidade. "O novo acordo de colaboração premiada busca apenas evitar sua responsabilização pelos crimes que cometeu".

O advogado de Joel Malucelli, Alexandre Knopfholz, informou que irá demonstrar em juízo que o empresário não participou de qualquer fraude à licitação, tampouco efetuou qualquer pagamento ilegal a agentes públicos.

A defesa de Edson Casagrande refutou as acusações e disse que no processo demonstrará a inocência do seu cliente. A FOLHA não conseguiu contato com as defesas dos demais denunciados. (Colaborou Guilherme Marconi/Reportagem Local)

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