Além da denúncia criminal, a ação referente ao loteamento da Estância Bom Tempo, deve render no início da próxima semana também ação civil pública. Nela, inclusive, não está descartado o pedido de afastamento dos oito denunciados, segundo o Ministério Público (MP). Seria a 11 ação ingressada pelo Gaeco, em menos de 6 meses, desde que eclodiu o escândalo na Câmara, em 10 de janeiro, com a prisão do agora ex-vereador Henrique Barros (sem partido).
De acordo com a promotora de Defesa do Patrimônio Público, Leila Voltarelli, a ação civil já está em curso, uma vez que, avalia, a prática de concussão (uso de cargo público para obtenção de vantagem ilícita) já consubstanciaria ato de improbidade administrativa. Indagada se estão descartados novos pedidos de afastamento, a promotora foi taxativa: ''Não está descartado''.
No caso da denúncia criminal, o juiz que avaliará se a recebe, ou não, é o da 2 Vara Criminal - Décio Miranda da Rocha. (J.G.)

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