Curitiba - Candidato do PSDB à sucessão do governador Jaime Lerner (PFL), o vice-prefeito de Curitiba Beto Richa disse ontem que está preparado para a exploração do caixa 2 durante a campanha eleitoral. Beto, que trabalha para viabilizar-se como o nome de consenso do PFL, PSDB, PPB e PTB, afirmou que em nenhum momento a investigação do Ministério Público incluiu o seu nome, apesar dele integrar a chapa de Cassio. Na época, Beto estava filiado ao PTB.
‘‘O problema é do PFL. E além do mais nada foi provado ainda. Tudo isso ainda está sendo investigado. Passamos a maior parte da campanha (de 2000) pedindo votos na rua’’, declarou. Beto disse acreditar na Justiça e na lisura da prestação de contas apresentada pelo PFL à Justiça Eleitoral. O vice-prefeito acredita na superação do episódio.
Beto inicia depois do Carnaval um périplo pelo Interior do Estado, assim como o candidato do PFL ao governo Rafael Greca. Os dois buscam nessas viagens o apoio político necessário para assumirem a cabeça de chapa. Beto aposta num eleitor que deseja a renovação da política. Bem como na força do nome do pai, José Richa, que já foi governador e senador do Paraná. ‘‘As pessoas querem renovação. A maior prova disso é que o PT venceu em várias cidades na última eleição e avançou muito em Curitiba’’, constatou Beto.

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