Salvador- O delegado Gesival Gomes que investiga o caso das escutas telefônicas ilegais na Bahia deve pedir mais 30 dias de prorrogação do inquérito, a segunda desde o início da investigação, cujo prazo de conclusão vence no próximo dia 9. Ele ainda não conseguiu ouvir todos os policiais e técnicos da Secretaria de Segurança Pública da Bahia além dos funcionários da empresa Tim Maxitel citados nos primeiros depoimentos dos envolvidos no caso, principalmente o delegado especial Valdir Barbosa e o técnico Alan Farias.
Gomes repetiu que há muitas denuncias contra o senador Antônio Carlos Magalhães (PFL-BA) feitas em especial pelos deputados Geddel Vieira Lima (PMDB-BA), Nélson Pelegrino (PT-BA) e o ex-deputado Benito Gama (sem partido) cujos telefones foram grampeados pela Secretaria de Segurança Pública da Bahia.

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