O delegado Alexandre Macorin não confirmou se já foi solicitado a quebra dos sigilos bancário e telefônico de Tiago Amorim, que poderiam trazer informações para se chegar ao assassino. A quebra do sigilo pode ser solicitada através do Ministério Público (MP), que mantém três promotores ajudando nas investigações.

A subseção de Cascavel da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) enviou um ofício ao Secretário de Segurança Pública, José Tavares, pedindo empenho na elucidação do crime. Segundo o presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB, Ronaldo da Fonseca, ''crimes como o ocorrido contra o deputado não podem permanecer sem solução e a sociedade cobra respostas contra a crescente escalada da marginalidade''.

mockup