O delegado seccional de polícia de Campinas, Osmar Porcelli, disse ontem que as investigações sobre a morte do prefeito Antonio da Costa Santos, o Toninho do PT, segue a linha de crime contra o patrimônio, já que não foi registrada nenhuma denúncia de ameaça ou outra informação que confirme a hipótese de atentado político. O prefeito foi assassinado segunda-feira com três tiros.

A testemunha aguardada para depor ontem, que seria uma das mais importantes do caso, estava viajando e não chegou a tempo. A testemunha deverá ser ouvida hoje, juntamente com familiares do prefeito assassinado.

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