Defesa de tucano reafirma que prisão é 'arbitrária'
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terça-feira, 29 de janeiro de 2019
Vitor Struck Reportagem Local 
Em nota, a assessoria do ex-governador Beto Richa e do irmão, Pepe, afirma que ainda está tomando conhecimento do conteúdo da denúncia e que deve se manifestar em seguida. "A defesa reafirma que seu cliente não cometeu nenhuma irregularidade, que a prisão é arbitrária e que ele sempre esteve à disposição da Justiça para provar sua inocência", diz a nota.
A ABCR, que representa as concessionárias, diz por meio de nota que "como instituição não participa de qualquer iniciativa não republicana, que comprometa o desenvolvimento sustentável do programa de concessões de rodovias, baseado no diálogo aberto, transparente e ético com poderes concedentes, órgãos de controle, agências reguladoras e parlamentares." A assessoria complementa que "o suposto envolvimento do ex-diretor da ABCR no Paraná, citado na operação Integração II, levou a entidade a encerrar as atividades do escritório de Curitiba" e que "tal postura é reforçada pelo Código de Conduta da associação, que norteia a atuação de seus funcionários e associados, no relacionamento com parceiros, fornecedores e poder público. A conduta da associação em relação às operações Integração I e II será a de acompanhar o andamento do processo e contribuir com o esclarecimento de todos os fatos."
Por meio da assessoria, a concessionária Econorte diz que não irá se manifestar. Ogama é um dos colaboradores do MPF nas investigações.
Já o advogado Adriano Bretas, que defende o ex-presidente da ABCR- PR, João Chiminazzo, informa que sobre as denúncias do MPF apontadas na tarde desta segunda, no âmbito da Operação Integração, ainda não tomou conhecimento do teor dos fatos e irá se manifestar dentro do processo.
A assessoria do senador e ex-governador Roberto Requião (MDB) afirma que no período em que governou o Paraná (2003-2010) Requião entrou com 40 ações na Justiça para derrubar o preço do pedágio.
A reportagem não conseguiu contato com o ex-governador Jaime Lerner e os demais denunciados mencionados na reportagem.


