O advogado Rodrigo Antunes, que defende os empresários Edgar Fernando e Euclides Rufatto, disse que ainda não teve conhecimento do teor da investigação, apesar de já ter feito pedido de acesso ao inquérito na semana passada e de colocar os empresários à disposição para depoimentos. A defesa entende como "absolutamente desnecessária" uma medida cautelar para monitoramento eletrônico porque eles não são agentes políticos, mas que a determinação judicial será cumprida. "Os empresários estão em viagem, mas vamos fazer o agendamento para a tornozeleira", disse o advogado, que vai recorrer da liminar.

A FOLHA procurou Jeferson Marques da Silva, mas ele não estava na empresa e não retornou o recado deixado na caixa postal do telefone celular. A reportagem também não conseguiu contatar as defesas dos secretários investigados. (Reportagem Local)

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