A secretária de Saúde, Ana Olympia Dornellas, justificou ontem na Câmara Municipal - onde foi convidada a dar explicações sobre o decreto de calamidade pública - que ''essa foi a última alternativa para que não fosse firmado outro termo de parceria''. Por uma hora e meia, ela, o diretor Executivo da Pasta, Márcio Nishida, e o diretor financeiro, João Carlos Barbosa Perez, tentaram explicar aos vereadores a atual situação da Saúde do município. O debate foi tenso e em vários momentos vereadores e a secretária discutiram sobre os contratos das Oscips.
''Tentamos todas as alternativas possíveis que não o termo de parceria, então não tivemos outra alternativa senão decretar a calamidade. Assim podemos contratar por emergência e concomitante a isso será enviado um projeto na Câmara que permita mudar uma lei municipal para fazer concurso público'', explicou Ana Olympia.
O vereador Márcio Almeida (PSDB) falou para Ana Olympia que não acreditava mais na sua capacidade de resolver o problema da saúde. Joel Garcia (PTN), por sua vez, sugeriu que os três presentes saíssem dos cargos para que ''pessoas competentes'' assumissem a secretaria.
Após a reunião com os vereadores, depois de todas as discussões e debates com os parlamentares, a secretária saiu sem dar entrevista.

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