Decisão já era esperada, diz PMDB
Entre os peemedebistas, a decisão do PT não causou surpresa. ''Era esperado. Houve aqui (na Assembleia) um confronto (entre PT e PMDB). Acho que a saída era esperada, até desejada por gente nos dois partidos'', disse o presidente do PMDB-PR, deputado Waldyr Pugliesi. Para o parlamentar, o rompimento ''agradou a esquerda do PT e a direita do PMDB''.
Já o deputado estadual Stephanes Júnior (PMDB) criticou a postura dos petistas. ''Se fartaram durante sete anos de governo e agora, que nem cachorro magro, deixam o governo'', declarou. Stephanes diz que ''não há motivo'' para o rompimento uma vez que Requião ''sempre foi desse jeito''.
A avaliação dele é de que a decisão petista empurrou o PMDB para mais perto do PSDB, que quer o partido na base de apoio ao pré-candidato tucano ao governo Beto Richa. ''Ajuda sim porque mostra para ele (Requião) quem eles (o PT) realmente são'', completou Stephanes.
Para o secretário-geral do PMDB, João Arruda, o rompimento é ''um capricho do ministro''. ''Se o projeto deles é nacional, é construir o palanque da Dilma (Rousseff, ministra-chefe da Casa Civil e pré-candidata petista à Presidência) não tem porque fazer isso'', opinou. (R.C.F.)





