Curitiba - A cúpula estadual do PFL se reúne na segunda-feira pela manhã para discutir novas articulações. O partido tem que montar uma chapa levando em consideração a candidatura da governadora do Maranhão, Roseana Sarney, e a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de repetir as alianças nacionais nos estados. Somente o partido que não tiver candidato a presidente fica livre para fazer alianças regionais.
Se a candidatura de Roseana for mantida, o partido terá que lançar candidato no Paraná. Por enquanto, dois nomes foram colocados: o do deputado federal Rafael Greca e o do secretário estadual do Desenvolvimento Urbano, Lubomir Ficinski.
Uma ala do partido acredita que é possível emplacar o nome do prefeito de Curitiba, Cassio Taniguchi, apesar das denúncias de um suposto caixa 2 na campanha de 2000.
O vice-presidente da sigla no Estado, Abelardo Lupion, acredita que a candidatura de Roseana é irreversível. Tucanos, entretanto, continuam apostando numa coligação PFL-PSDB no Paraná. (M.D.)

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