Crise econômica predomina nas eleições colombianas
PUBLICAÇÃO
quinta-feira, 27 de junho de 2002
Coco Cuba<BR>France Presse 
La Paz O candidato que for eleito à Presidência da Bolívia nas eleições de domingo deverá enfrentar uma difícil situação econômica, com um déficit fiscal de US$ 700 milhões e uma taxa de desemprego de 12%, em um país onde seis em cada dez pessoas vivem na pobreza.
O ex-militar populista Manfred Reyes Villa e os ex-presidentes Gonzalo Sánchez de Lozada (liberal, 1993-97) e Jaime Paz Zamora (social democrata, 1989-93), além do líder dos indígenas produtores de coca, Evo Morales, estão nesta ordem, junto com outros sete candidatos de menor expressão, disputando a cadeira presidencial, segundo pesquisas.
Conscientes disso, os principais aspirantes ao cargo inscreveram como prioridade em seus programas: a reativação da economia, a criação de emprego, a luta contra a corrupção e os conflitos sociais protagonizados pelos produtores de coca.
O futuro mandatário boliviano deverá definir ainda (junto ao atual presidente, o conservador Jorge Quiroga) por qual o porto peruano ou chileno a Bolívia exportará gás natural líquido (LNG) ao mercado dos Estados Unidos. O negócio pode mudar a perspectiva de desenvolvimento desta nação, a mais pobre da América do Sul.


