Credores cobram dívida de R$ 16 milhões do PSDB
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quarta-feira, 27 de dezembro de 2006
Agência Estado 
Brasília - O PSDB vai virar o ano no vermelho e quem está sob pressão é o presidente nacional do partido, senador Tasso Jereissati (CE). Não bastasse o fraco desempenho do candidato tucano Geraldo Alckmin no segundo turno da corrida presidencial e da derrota em massa de seus correligionários no Ceará, Tasso teve de amargar críticas de companheiros da direção do partido. Agora, enfrenta uma legião de credores cobrando uma dívida partidária de quase R$ 16 milhões.
Segundo um dos membros do comitê financeiro da campanha que prefere não se identificar, desde a eleição o partido conseguiu saldar R$ 4 milhões do total dos débitos. O PSDB arrecadou R$ 62 milhões para bancar as despesas da candidatura de Alckmin, mas os gastos somaram R$ 81,9 milhões, totalizando uma dívida de R$ 19,9 milhões.
A campanha de Lula também deixou uma dívida a ser saldada pelo PT. Os R$ 10,3 milhões de débitos - foram gastos R$ 104 milhões e arrecadados R$ 94 milhões - devem ser cobertos por meio de doações ao partido.


