O governador do Ceará, Tasso Jereissati (PSDB), e o ex-ministro Ciro Gomes (PPS), ambos pré-candidatos à sucessão presidencial, poderão ser ouvidos pela CPI que irá apurar, na Assembléia cearense, denúncias de irregularidades em financiamentos feitos pelo Banco do Estado do Ceará (BEC) no segundo mandato de Tasso (95-98). De acordo com o deputado João Alfredo Telles Melo (PT), autor do requerimento para a abertura da CPI, Tasso teria, no mínimo, ''pecado por omissão, uma vez que ele era governador, o banco era estadual e ele não adotou as providências necessárias''.

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