Coutinho nega que dinheiro de propina veio da Sercomtel
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segunda-feira, 30 de abril de 2012
Redação FolhaWeb 
O diretor presidente da Sercomtel, Roberto Coutinho, negou, em depoimento depoimento ao Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) na tarde desta segunda-feira (30), que o dinheiro - R$ 20 mil - entregues ao vereador Amauri Cardoso (PSDB) eram oriundos do caixa da Sercomtel.
Coutinho rebateu as acusações dizendo que quem deu essa informação terá que provar o que disse. " A empresa não tem nada com isso. Não sai um centavo da Sercomtel para qualquer coisa. A empresa zela pelos seus recursos".
O montante fora usado na suposta tentativa de subornar o membro do Legislativo com intuito de alterar o voto do tucano na abertura da Comissão Processante (CP) do caso Centronic.
Sobre o possível envolvimento do diretor de Participações, Alysson Tobias de Carvalho, Coutinho declarou que o "o MP está apurando" e se houver algo contra o funcionário, a Sercomtel vai tratar do assunto. "Mas isso, para Sercomtel, não existe. Ele garante à direção da empresa que não existe absolutamente nada", defendeu.
Coutinho, que também é presidente local do PDT, garantiu que se for provado o envolvimento de integrantes do partido no caso, eles serão responsabilizados, mas salientou que o partido não vai se antecipar no julgamento.
Ele ainda defendeu Marco Cito, ex-secretário de Barbosa Neto e coordenador da campanha pedetista. "Ele é uma pessoa sensata. No momento certo, ele vai saber como ajudar o PDT", comentou.
Com informações do Portal Bonde.


