Corte não atinge cargos da Mesa Executiva
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sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Catarina Scortecci <br> Equipe da Folha 
Curitiba - O anúncio feito ontem pelo presidente da Assembleia Legislativa, Valdir Rossoni (PSDB), sobre sua intenção de não preencher a totalidade de cargos comissionados existentes para atender as 19 comissões permanentes da Casa, não atinge os cargos disponíveis para a Mesa Executiva. Pela lei estadual 16.390, que entrou em vigor em meados do ano passado, todos os nove membros da Mesa Executiva têm direito a nomear, no total, 72 pessoas para cargos comissionados.
Durante entrevista à imprensa ontem, Rossoni não mencionou os cargos da Mesa Executiva. Consultada, a assessoria de imprensa do tucano confirmou que, por enquanto, não se falou em modificar a estrutura da direção da Casa. A possibilidade de nomeção de 72 comissionados é polêmica porque há cadeiras dentro da Mesa Executiva que ainda não têm funções específicas, que justificassem a necessidade de uma estrutura própria. A exceção é o presidente (Valdir Rossoni), o primeiro secretário (Plauto Miró) e o segundo secretário (Reni Pereira), que têm funções previstas no Regimento Interno, e direito a nomear, respectivamente, 15, 14 e sete pessoas para cargos comissionados.
Já os seis demais membros da Mesa Executiva ocupam postos com funções ainda inexistentes, mas, pela lei estadual, podem autorizar o preenchimento de até 36 cargos comissionados. É o caso do primeiro vice-presidente (Artagão Junior), do segundo vice-presidente (Augustinho Zucchi), do terceiro vice-presidente (Douglas Fabrício), do terceiro secretário (Stephanes Júnior), do quarto secretário (Gilson de Souza) e do quinto secretário (Fábio Camargo), que podem nomear, cada um, seis comissionados. Os seis gabinetes podem contar, cada um, com dois cargos de simbologia DAS-4 e quatro cargos de simbologia G5.


